Queda no consumo de energia no segundo trimestre de 2026 deve atingir o maior patamar desde o auge da pandemia, de acordo com a Agência Internacional de Energia (IEA).
Setores mais atingidos
O relatório da IEA aponta que a redução de demanda provocada pela guerra afeta com mais intensidade três segmentos: petroquímica, aviação e gás liquefeito de petróleo (GLP). Na indústria petroquímica, a retração ocorre pela menor necessidade de derivados de petróleo na produção de plásticos e fertilizantes. Já as companhias aéreas sofrem com voos cancelados e custos elevados, enquanto o GLP, usado em botijões residenciais e na indústria, enfrenta recuo expressivo de pedidos.
Maior queda desde a pandemia
A agência afirma que o recuo previsto para o segundo trimestre de 2026 supera todas as quedas observadas desde 2020, quando a crise sanitária freou a economia global. O cenário atual repete a combinação de choques simultâneos: restrições de oferta, encarecimento de combustíveis fósseis e incertezas geopolíticas.
Importância do monitoramento
Para consumidores e empresas, acompanhar a evolução da demanda ajuda a entender possíveis ajustes de preço ao longo da cadeia energética. Mais detalhes sobre projeções e impactos podem ser consultados no site oficial da Agência Internacional de Energia, referência mundial em estatísticas do setor.
Ficar de olho nos movimentos de mercado é fundamental para gerenciar gastos e planejar o orçamento. Se você quer saber como o consumo de energia no dia a dia influencia sua conta de luz, continue navegando em nosso portal.
Crédito da imagem: Eixos Fonte: Eixos