Rumo diversifica cargas ferroviárias ao apresentar, na Tecnoshow 2026 em Rio Verde (GO), como a Malha Central amplia o transporte de grãos, fertilizantes, combustíveis, farelo e bauxita pelo Centro-Oeste.
Malha Central consolida Goiás como hub logístico
A Ferrovia Norte-Sul, operada pela Rumo, já movimentou 5,7 milhões t de grãos originados em Goiás em 2025, o que garantiu 28% das exportações do estado. O terminal de Rio Verde, com capacidade para 11 milhões t/ano e operação 24 h, virou o coração dessa rota ao integrar modais rodoviário e ferroviário. Além da soja e do milho, o espaço passa a receber fertilizantes – em parceria com a Andali – e líquidos, como diesel, gasolina e etanol, destinados a Paulínia (SP). O modelo modular do terminal permite ampliações rápidas conforme a demanda do agronegócio cresce.
Novos terminais e vagões sob medida
A expansão não se limita a Rio Verde. Os terminais de Gurupi (TO) e Alvorada (TO) já operam farelo e outros produtos, enquanto Porangatu (GO) será inaugurado ainda neste semestre. Para atender à Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), a Rumo projetou 250 vagões exclusivos para bauxita, cada viagem transportando até 12 mil t e reduzindo as emissões de CO₂ em 40%. O investimento incluiu nove locomotivas novas e adequações na via permanente, enquanto a CBA construiu um terminal multimodal em Santa Isabel e modernizou sua fábrica para o descarregamento automático.
Segundo Diogo Velloso, diretor comercial da operadora, combinar diferentes fluxos aumenta a flexibilidade logística e reforça a competitividade do agro. Em 2025, a companhia transportou 84,2 bilhões TKU, 5,4% acima de 2024, após injetar mais de R$ 6 bi em capacidade, produtividade e segurança.
Dados sobre a Ferrovia Norte-Sul podem ser conferidos no site oficial do governo federal gov.br/infraestrutura, que traz informações sobre concessões e obras ferroviárias.
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Crédito da imagem: Petronoticias Fonte: Petronoticias