Gás natural mais caro deve ser a realidade a partir de 1º de maio: um relatório da consultoria Wood Mackenzie projeta aumento de 13% no preço cobrado pela Petrobras às distribuidoras, que já se mobilizam para renegociar seus contratos.
Reajuste pressiona contratos das distribuidoras
A estimativa da Wood Mackenzie indica que o metro cúbico fornecido pela estatal ficará significativamente mais caro no próximo ciclo de faturamento. Diante da previsão, companhias estaduais de gás canalizado buscam junto à Petrobras rever cláusulas de suprimento e, assim, evitar repassar imediatamente todo o impacto aos consumidores finais.
Negociações abertas antes da virada do mês
As conversas entre as partes começaram logo após a divulgação do estudo e devem se intensificar nas próximas semanas. O objetivo das distribuidoras é suavizar o reajuste ou diluí-lo ao longo do contrato, prática permitida pela legislação setorial. Enquanto isso, os consumidores residenciais e industriais acompanham de perto, já que o gás natural influencia custos de transporte, geração térmica e atividades domésticas que utilizam fogões ou aquecedores a gás.
Para acompanhar referências oficiais sobre a formação de preços, consulte o histórico publicado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), responsável pelo setor de gás e combustíveis no país. E, se você quer ficar por dentro de todas as notícias sobre aumentos na conta de luz, continue acompanhando nossas atualizações diárias.
Crédito da imagem: Eixos Fonte: Eixos