Energia solar residencial acaba de bater um recorde histórico de novas instalações na Austrália, impulsionada por incentivos de reembolso (rebate) e pela crescente adoção de baterias domésticas, segundo dados divulgados nesta semana.
Recorde alavancado por baterias e incentivos
O país registrou o maior volume mensal de painéis fotovoltaicos instalados em telhados desde o início da série histórica. Especialistas atribuem o avanço a dois fatores: o bônus de reembolso oferecido por governos estaduais e a popularização de sistemas de armazenamento de energia. Com as baterias residenciais, o consumidor armazena o excedente gerado durante o dia e utiliza à noite, aumentando a independência da rede e o retorno financeiro do investimento.
De acordo com o operador de mercado local, a nova capacidade instalada — medida em quilowatts-pico (kWp) — superou o último pico registrado em 2021, sinalizando uma “transmissão: record” no ritmo de adesão. O resultado surpreende porque, nos últimos meses, analistas previam desaceleração diante da alta nos custos de equipamentos.
No Brasil, programas semelhantes de microgeração distribuída já contam com regulamentação da ANEEL, que permite compensar créditos de energia na fatura. Tendências como as observadas na Austrália podem, portanto, indicar o caminho de expansão para o mercado brasileiro.
Impacto direto na conta de luz
Quem instala um sistema solar residencial reduz a dependência da tarifa convencional de energia elétrica, cobrada em reais por quilowatt-hora (kWh). Em alguns casos, a economia pode chegar a 95% da conta mensal, especialmente em regiões com alto índice de radiação solar. A combinação painel + bateria potencializa o ganho, pois diminui a necessidade de consumir da rede nos horários de ponta, quando a eletricidade costuma ser mais cara.
Para o consumidor brasileiro, acompanhar o avanço tecnológico lá fora ajuda a planejar melhor o investimento: queda de preços de módulos, evolução das baterias de lítio e programas de incentivo podem encurtar o tempo de payback de projetos domésticos.
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Crédito da imagem: Reneweconomy.com.au Fonte: Reneweconomy.com.au