União recebe R$ 900 milhões após a primeira redeterminação da jazida compartilhada de Tupi, na Bacia de Santos, elevando sua participação no pré-sal e garantindo R$ 917,32 milhões em receitas imediatas.
Por que a redeterminação foi necessária?
A revisão do Acordo de Individualização da Produção (AIP) ajustou a divisão dos volumes extraídos em Tupi, hoje o segundo maior campo produtor do país. A estatal Pré-Sal Petróleo (PPSA) negociou o novo percentual com Petrobrás, Shell e Petrogal Brasil, compensando investimentos e receitas já obtidos até a assinatura do aditivo contratual.
Segundo dados divulgados pela PPSA, o governo passou de 0,551% para 0,833% de participação, com efeito retroativo a 1º de dezembro de 2025. Esse ajuste gerou a transferência de quase R$ 1 bilhão para os cofres públicos na última semana.
Como ficou a nova divisão entre as empresas
Após a redistribuição, a fatia da Petrobrás subiu de 67,216% para 67,457%. Já a Shell teve uma redução de 23,024% para 22,650%, enquanto a Petrogal Brasil passou de 9,209% para 9,060%. A jazida envolve três áreas: o contrato de concessão BM-S-11, o bloco Sul de Tupi da Cessão Onerosa e a área não contratada que pertence à União, todas agora refletindo a nova proporção.
Essas mudanças garantem maior retorno financeiro à União sem alterar a operação prática do campo, mantida pela Petrobrás.
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Crédito da imagem: Petronoticias Fonte: Petronoticias