Projeto nuclear brasileiro ganhou novo impulso durante o Nuclear Summit 2026, no Rio de Janeiro, com a assinatura de três acordos estratégicos pela Amazul que visam ampliar pesquisa, desenvolvimento e capacidade industrial do setor.
Parceria com a InfraMinerals mira tecnologia e operação
O primeiro memorando de entendimento foi firmado entre a Amazul e a InfraMinerals. O documento prevê colaboração em tecnologia aplicada, atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D), engenharia de projetos industriais e suporte à operação de empreendimentos nucleares. A assinatura contou com o diretor-presidente da Amazul, almirante Newton Costa, e o presidente da InfraMinerals, Carlos Freire.
Expansão do enriquecimento e beneficiamento de urânio
Outro passo importante foi o Acordo de Confidencialidade com a Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBPar). O objetivo é viabilizar a implantação e a modernização de uma usina comercial de enriquecimento de urânio, além de ampliar a capacidade da Usina de Beneficiamento de Urânio, operada pela Indústrias Nucleares do Brasil (INB) em Resende (RJ). Pela ENBPar, assinou a assessora de Integridade e Gestão de Riscos, Mayara Mota.
Cooperação científica com o Instituto de Engenharia Nuclear
Para fortalecer o conhecimento técnico, a Amazul também celebrou um memorando com o Instituto de Engenharia Nuclear (IEN). A iniciativa foca pesquisa, inovação e ações de gestão do conhecimento, essenciais para a formação de mão de obra qualificada e para a segurança de futuras instalações nucleares.
De acordo com dados públicos do Ministério de Minas e Energia (gov.br/mme), a diversificação da matriz elétrica brasileira depende do avanço desses projetos para garantir estabilidade de fornecimento nos próximos anos.
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Crédito da imagem: Petronoticias Fonte: Petronoticias