Petróleo em queda marcou esta terça-feira (data local), com o contrato Brent para junho despencando 13,3% e encerrando o dia a US$ 94,75 o barril, a maior baixa percentual desde abril de 2020.
O que motivou o recuo
O mercado reagiu imediatamente à notícia de um cessar-fogo no Irã, aliviando temores de interrupção no fornecimento global. Mesmo com relatos de nova tensão no Estreito de Ormuz — ponto estratégico por onde passa grande parte do petróleo mundial — a sinalização de trégua prevaleceu e derrubou as cotações.
Analistas ouvidos pelo G1 Economia destacam que a percepção de risco geopolítico é um dos principais motores para a formação de preço do barril. Quando o risco diminui, investidores tendem a desfazer posições de proteção, provocando quedas acentuadas.
Impacto histórico do dia
Desde o choque provocado pela pandemia, em abril de 2020, não se via um recuo diário tão expressivo. À época, o mercado vivia incertezas extremas sobre demanda; agora, o gatilho foi político. Para quem acompanha a conta de luz e o custo de combustíveis, o valor do Brent serve como termômetro: mudanças bruscas no preço do petróleo podem refletir nos custos de geração termoelétrica e, indiretamente, na tarifa de energia ao consumidor.
Movimentos tão fortes exigem atenção redobrada de quem quer evitar surpresas no orçamento familiar. Caso novas tensões surjam, os preços podem voltar a oscilar rapidamente. Para acompanhar outras notícias que influenciam sua conta de luz, continue navegando pelo nosso site e fique por dentro de tudo que pesa no seu bolso.
Crédito da imagem: Eixos Fonte: Eixos