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Nuclear Summit 2026: Âmbar revela planos para energia nuclear

Nuclear Summit 2026 vai reunir, nos dias 23 e 24 de março, as principais lideranças do setor para discutir a entrada da Âmbar Energia no mercado nuclear e apresentar um novo estudo sobre reatores modulares pequenos (SMR) que pode influenciar o futuro da matriz elétrica brasileira.

Evento lotado e presença de peso

Organizado pela Associação Brasileira para Desenvolvimento de Atividades Nucleares (ABDAN), o encontro acontecerá na Casa Firjan, no Rio de Janeiro, com capacidade esgotada para 200 pessoas e fila de espera superior a 500 interessados. Entre os confirmados estão Celso Cunha, presidente da ABDAN, e Marcelo Zanatta, presidente da Âmbar Energia, braço de energia do grupo J&F, que fará uma palestra sobre os planos da companhia para o setor.

Também participam nomes de alto escalão do governo, como Ana Paula Lima Vieira Bittencourt, secretária nacional de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia (MME), além de Mauro Henrique Sousa, diretor-geral da Agência Nacional de Mineração. Representantes da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear, Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) e Empresa de Pesquisa Energética (EPE) completam a lista.

Foco em SMR e novas oportunidades

O segundo dia será dedicado ao lançamento de um relatório de quase 200 páginas, elaborado em parceria com a consultoria Thymos Energia, sobre as perspectivas dos Small Modular Reactors no Brasil. A tecnologia, que utiliza reatores de menor porte e construção em série, promete reduzir custos, acelerar prazos de implantação e abrir espaço para projetos em regiões remotas ou sistemas isolados.

Segundo Celso Cunha, o estudo trará caminhos técnicos, regulatórios e financeiros para a adoção dos SMRs, tema que tem ganhado atenção mundial como opção de geração firme com baixas emissões de carbono. Para entender melhor o contexto dos SMRs, o próprio MME mantém informações atualizadas sobre a política nuclear brasileira em seu portal oficial (gov.br/mme).

Diplomacia e mercado observam de perto

Além de autoridades brasileiras, o Summit receberá representantes diplomáticos de França, Estados Unidos, Canadá, Argentina e outros países interessados em parcerias comerciais e tecnológicas. A presença estrangeira reflete a expectativa de novos investimentos no ciclo completo do combustível, na expansão de Angra 3 e em futuros projetos nucleares.

Com a agenda cheia e anúncios aguardados, o Nuclear Summit 2026 reforça o papel da energia nuclear no equilíbrio do sistema elétrico e na moderação de custos para o consumidor final. Para acompanhar outras notícias que impactam sua conta de luz, visite nossa seção de atualizações do setor elétrico e fique por dentro das novidades.





Crédito da imagem: Petronoticias Fonte: Petronoticias